Repensando o Meio Ambiente

fevereiro 2019

A questão ambiental é algo que está na moda e no cotidiano de cada um de nós. Pensar ambientalmente correto é algo transformador, coerente e participativo, que no nosso pensamento vai de um simples gesto de não jogar papel no chão ou de uma visão mais holística, até o cuidado do meio em que vivemos para que possamos deixar algo de concreto para as futuras gerações.

Quando elevamos o nosso pensamento e tentamos tomar alguma iniciativa para cuidar do nosso planeta, surgem diversos questionamentos e algumas interrogações assolam nossas mentes. Essas questões muitas vezes nos deixam sem uma resposta ou ficam longe do nosso entendimento como cidadão comum. Como pensar as questões ambientais na nossa localidade, se não temos uma política ambiental definida ou planejada? Como podemos iniciar algo se não existem metas? Para que serve as secretarias municipais de meio ambiente? E a famosa agenda 21 local?

A agenda 21 foi um documento internacional elaborado e assinado por diversos países em 1992, e cada país tem sua agenda específica onde envolvem as esferas Federal Estadual e Municipal. Partindo para a esfera municipal ou local surgem outros questionamentos, como por exemplo: Existe o plano municipal de saneamento básico? Ainda existe lixão à céu aberto no município? Qual o percentual de matas e florestas no município? E a política dos recursos hídricos? E política de uso e ocupação do solo?

São diversos questionamentos e muitos ficam sem respostas, pois pensar num ambiente ecologicamente correto sem envolver o ambiente todo é algo voltado ao fracasso. Precisamos repensar o meio ambiente como um todo, e ter consciência que fazemos parte desse meio e, no momento que agredimos o planeta, teremos consequências e no momento não estamos preparados para o que virá. Temos que pensar global e agir local. Então, pensando desta maneira poderemos reivindicar aos gestores algo bem simples… Uma lixeira nas vias públicas e nas praças, já é um bom começo.

Por Valnir Meneses



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